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Home»Entretenimento»‘Algo Horrível Vai Acontecer’: por que prazer de esperar pelo pior e medo do desconhecido fascinam
Entretenimento

‘Algo Horrível Vai Acontecer’: por que prazer de esperar pelo pior e medo do desconhecido fascinam

abril 6, 2026Nenhum comentário0 Visitas

‘Algo Horrível Vai Acontecer’: como a série gera ansiedade no espectador
A minissérie “Algo Horrível Vai Acontecer” estreou no mês passado na Netflix e já está entre as mais assistidas da plataforma no Brasil. Dá pra explicar o sucesso da série justamente pelo nome: desde o início, os criadores, a protagonista e os espectadores percebem que algo horrível vai acontecer. Resta descobrir como e o quê.
Na série, acompanhamos Rachel (Camila Morrone), noiva de Nicky (Adam DiMarco). Eles vão à casa dos sogros (um sítio afastado e enorme, claro) para a cerimônia de casamento.
Mas ao conhecer a família dele, ela percebe que tem muitas coisas erradas acontecendo… e passa a ter um mau pressentimento que, como audiência, a gente compartilha com ela.
Série ‘Algo Horrível vai Acontecer’, da Netflix
Divulgação
O grande trunfo da série é esse suspense: a trama balanceia a tensão e a expectativa pelo que vai acontecer, com pequenas “pistas” do que pode ser. Entenda como isso é feito e por que funciona tão bem no terror:
Terror está na expectativa
Há uma frase famosa de Hitchcock: “Não há terror no estrondo, apenas na antecipação dele”. Em vez de apostar nos sustos, o diretor preferia manipular a tensão e explorar o medo do desconhecido, mantendo o espectador em constante estado de alerta.
Afinal, medo é uma coisa muito pessoal: cada um teme uma coisa e, quando o “monstro” do terror é finalmente revelado, talvez não seja tão assustador.
Mas enquanto você tem que imaginar do que se trata, sua cabeça acaba preenchendo as lacunas com os seus próprios pesadelos. Não à toa, muitos de nós temos medo de escuro: o que a gente não vê dá espaço para muitos terrores.
“Acho que muitas vezes o que acontece em um filme de terror que talvez não funcione tão bem para mim, é tipo: ‘Ah, no segundo em que você vê o monstro, você pensa [suspiro] ‘OK. Ele é meio mais fraco do que eu imaginava’”, disse o diretor Jordan Peele, de “Nós” e “Corra”, ao USA Network.
Um exemplo clássico é o filme “A Bruxa de Blair”, um dos filmes de terror mais aclamados de todos os tempos. O espectador nunca chega a saber de fato o que está acontecendo, e é isso que torna o filme tão assustador.
Por isso, muitas vezes é melhor “manipular” o público para que ele saiba que algo terrível vai acontecer, mas não sabe quando. A espera cria uma ansiedade superior à cena da violência em si.
Como a tensão é construída
Desde o primeiro episódio, está claro que… bom, algo terrível vai acontecer. A partir daí, como manter o espectador ansioso e “viciado” até finalmente descobrir o desfecho?
Série ‘Algo Horrível vai Acontecer’, da Netflix
Divulgação
A série usa várias táticas típicas de terror (afinal, clássico é clássico porque funciona) para “esticar” a tensão e brincar com as emoções do público. Muitas, aliás, vêm diretamente da cartilha de grandes “criadores de suspense”, de Hitchcock a Stephen King:
Colocar o público como “voyeur”: os movimentos de câmera emulam o olhar de uma pessoa — em algumas cenas, há até o som de passos e suspiros. Assim, nós sentimos que a protagonista está sempre sendo “vigiada”, o que aumenta a tensão.
Misturar o nojento e o inexplicável: assim como o medo, o nojo também nos repele, causando uma reação parecida, de querer fugir do que pode ser perigoso de alguma forma. Sangue, corpos de animais, vísceras… tudo isso aparece na série para aumentar a sensação de repulsa e de “inexplicável” da trama. Não só não temos medo do que vai acontecer, mas do que vamos ver;
Esconder e revelar: em “Algo Horrível Vai Acontecer”, recebemos pistas (algumas “falsas”) do que pode ser essa coisa terrível, o que vai criando o clima de mistério. Ao longo da trama, algumas coisas são reveladas, outras são escondidas; o suficiente para que o público tente completar com a sua própria imaginação, mas siga curioso com o desfecho;
Alongar a calma e o silêncio: muitas vezes, acompanhamos a protagonista em silêncio, andando pela casa, em cenas mais longas. Essa condução lenta deixa o espectador ansioso, sem saber quando ou como virá o susto — que, às vezes, nem vem.
São truques “batidos”, de certa forma. Mas esse é o bacana do terror: trata-se de um estilo que não precisa inovar muito no formato.
Ao longo do tempo, os filmes e séries mudam na temática, pra falar de medos que a gente tem como sociedade: um casamento, a maternidade, a violência, a tecnologia… Mas as táticas para criar suspense são as mesmas. “Algo Horrível Vai Acontecer” é mais uma prova de que seguem funcionando.

Fonte: G1 Entretenimento

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